Tempo, tempo, tempo...
Que tal ponderar?
Seja célere em meus momentos insanos
Seja mais brando em meus momentos de ternura.
Tempo, tempo, tempo
Que teima em ser afável em meus dias de
lamentos.
Obstinado prolonga-me as horas de angustias
E assim bebo as minhas dores em gotas.
Porque ser tão comedido em meio aos meus
tormentos.
Sinto-me aprisionada diante dos seus
passos lentos.
Tempo, tempo, tempo
Tão fugaz e tão efêmero a roubar-me
indiferente
Os momentos de doçuras.
Dissimulado e nada bondoso
Não deixas que minha alegria floresça.
Dissimulado e nada bondoso
Não deixas que minha alegria floresça.
Tempo, tempo, tempo
Respeite as minhas idas e vindas.
Deixa de teimosia
Deixa-me ser poesia.
2 comentários:
Linda e bem inspirada poesia com o tempo danadinho que voa, voa... beijos,chica
Hermosa Poesía sobre la inexorabilidad del Tiempo.
Esos momentos lentos en los que nos domina la frustración y la añoranza y, por el contrario, esos instantes acelerados que pasan sin darse cuenta cuando hay ternura y Pasión.
Abraços.
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