Procuro em mim
A criança que ri inocente
Do brilho distante das estrelas.
Na imensidão da minha solidão
A criança se perdeu...
Porque insisto em seguir?
Quiça o direito de ser feliz!
Dentro de mim existe...
A criança que ainda não viveu.
Até que eu encontre o caminho...
...o retorno à inocência.
Ofereço-me estrelas...
Que me caem pelos olhos!
Que me caem pelos olhos!
Uma constelação especialmente para mim.
Um comentário:
Muito bonito, minha amiga! - Abração
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