Entre a sombra e a luz existe uma ausência...
Que me abraça com uma indistinta melancolia.
E perpassa-me a alma
Com seus perpétuos ramos nus.
Que se alimentam das minhas cores
Numa volúpia faminta...
É boca hiante.
Fendida nas linhas do tempo.
Deambulando de um mundo antigo.
E agrilhoada vasculho nas profundezas...
Um breu cinzento, que retenho em mim.
Para que o vazio não se arraigue em meu peito.
Que me abraça com uma indistinta melancolia.
E perpassa-me a alma
Com seus perpétuos ramos nus.
Que se alimentam das minhas cores
Numa volúpia faminta...
É boca hiante.
Fendida nas linhas do tempo.
Deambulando de um mundo antigo.
E agrilhoada vasculho nas profundezas...
Um breu cinzento, que retenho em mim.
Para que o vazio não se arraigue em meu peito.


http://dado.pag.zip.net/
ResponderExcluirBom dia e bom domingo para você, amiga may lu. Venho agradecer a sua visitar e convidá-la, a meu pedido para se possível e o deseje fazer, visitar o link a cima mencionado, e escrever um pequeno comentário, tá menina.
Entre a sombra e luz
Pode correr a água no rio
Ponha na cabeça o capuz
Se o dia estiver frio!
Grato pela sua atenção,
um beijinho
Eduardo.
Lindo poema, um blog maravilhoso. meus parabéns.
ResponderExcluirUm abraço
Maria
may lu.
ResponderExcluirTeu nome pequenino
Menina, a tua simpatia
Agradeço com carinho
Ao Dado a tua visita!
Boa noite e um beijinho
Teu bondoso coração
Nos teus lábios um sorriso
A verdade é a força da razão
A mentira prejuízo!
Eduardo.