Há pessoas que não entendem a profundidade
da lucidez do meu silêncio.
Não
reconhecem a intensidade da liberdade
No momento em que
sou ave calada no ninho.
São instantes em
que navego na imensidão
Do oceano que me
habita.
E nestas águas
dormiram-se as palavras.
É neste silêncio
denso que a boca cala-me e alma fala-me.
Quando lado a lado
sou corpo e alma
É o encontro com o melhor e o pior de mim.
É o encontro com o melhor e o pior de mim.
E não estou só...
Sou eu e tantas outras de mim.
Companheiras de
silêncio
Juntas, somos o
poema por mim nunca escrito.
Para muitos o
poema insondável...
E de tempos em
tempos o silêncio me visita
Para lembrar-me
quem eu sou.
(É dentro do mais
profundo que a memória grava a história).


Muito legal, minha linda May...
ResponderExcluirCompreendi muito bem o seu poema, May Lu. Eu também gosto do silêncio que nos permite o encontro com o eu interior. Beijos!
ResponderExcluirLindo blog parabéns!
ResponderExcluirLindo poema,fiquei encantada beijinhos.
Querida amiga
ResponderExcluirE cada visita
nos acorda
sentimentos
as vezes intensos
ou as vezes esquecidos...
Que todos os dias
os sonhos nasçam em ti,
como nasce o sol pela manhã...