domingo, janeiro 27, 2013

Ah, silêncio


Há pessoas que não entendem a profundidade da lucidez do meu silêncio.
 Não reconhecem a intensidade da liberdade 
No momento em que sou ave calada no ninho. 
São instantes em que navego na imensidão 
Do oceano que me habita.
E nestas águas dormiram-se as palavras.
É neste silêncio denso que a boca cala-me e alma fala-me.
Quando lado a lado sou corpo e alma
 É o encontro com o melhor e o pior de mim.
E não estou só...
Sou eu e tantas outras de mim.
Companheiras de silêncio
Juntas, somos o poema por mim nunca escrito.
Para muitos o poema insondável...
E de tempos em tempos o silêncio me visita
Para lembrar-me quem eu sou.
(É dentro do mais profundo que a memória grava a história).

4 comentários:

  1. Compreendi muito bem o seu poema, May Lu. Eu também gosto do silêncio que nos permite o encontro com o eu interior. Beijos!

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  2. Lindo blog parabéns!
    Lindo poema,fiquei encantada beijinhos.

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  3. Querida amiga

    E cada visita
    nos acorda
    sentimentos
    as vezes intensos
    ou as vezes esquecidos...

    Que todos os dias
    os sonhos nasçam em ti,
    como nasce o sol pela manhã...

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Ela é margarida colorida
Mas na intensidade é rosa.
Sim, essa sou eu.
Despindo-se da essência na mulher.
A que tem a fortaleza no coração
E a fragilidade do mesmo.
"".✿`*.¸.*.♥.✿
_♥ (¯ `•.\\|/.•´¯)♥
_♥(¯ `•.. :* .•´¯)♥
_♥ (_.•´/|\\`•._)♥
____♥(_.:._)♥ .✿`*.¸.*.♥.✿""
☻/Muito obrigado pelo carinho!
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