terça-feira, maio 01, 2012

A poesia não morreu, sou eu


Nos sonhos de terra molhada
Nas noites enluaradas
Um mundo de palavras embrulhadas
De todas as magias sonhadas 
Com todas as cores usadas
É onde tudo acontece
E a beleza da vida revela
Mostrando da alma a pureza
Assediando o sentimento na toca
Das mãos que sangram em suplício
Invadindo o coração do poeta
Talvez seja só um profeta
A dizer que a poesia não morreu
São tudo partes de mim, sou eu.

2 comentários:

  1. Sonhos e terra molhada
    Beleza que enlouquece
    Feliz numa embrulhada
    Quando o corpo aquece!

    Numa noite encantada
    pinceladas de beleza
    No corpo quente encontra
    a verdade da pureza.

    O sorriso nasce na boca
    Lábios de mel, beijar
    Quando a vontade ser louca
    Não me deixes, triste aqui ficar!

    Bom feriado, neste dia Mundial do trabalhador
    Sê feliz toda a vida
    Se eu pudesse te daria uma flor!
    Te desejo muita paz minha amiga!

    Um beijo
    Eduardo.

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  2. "Das mãos que sangram em suplício
    Invadindo o coração do poeta
    Talvez seja só um profeta
    A dizer que a poesia não morreu
    São tudo partes de mim, sou eu."

    Esse trecho muito me emocionou,
    lindo demais. Sabe a poesia é tida
    como a nossa canção, nossa melodia,
    nossa vida! Adorei!
    Abraços carinhosos

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Ela é margarida colorida
Mas na intensidade é rosa.
Sim, essa sou eu.
Despindo-se da essência na mulher.
A que tem a fortaleza no coração
E a fragilidade do mesmo.
"".✿`*.¸.*.♥.✿
_♥ (¯ `•.\\|/.•´¯)♥
_♥(¯ `•.. :* .•´¯)♥
_♥ (_.•´/|\\`•._)♥
____♥(_.:._)♥ .✿`*.¸.*.♥.✿""
☻/Muito obrigado pelo carinho!
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