Dói me ver neste olhar
Um bicho... Uma fera
Requentando o passado
Contudo ele nunca esfriou
ferve
Quando olho-o nos olhos
Crava-me os dentes
sangra-me
Desenterra a morta-viva
Marcada a ferro
A brasa
Cunhada para sempre
Muitos acreditam
Que devemos enfrentar
Nossos demônios
E assim,
Libertar-nos dos tormentos
Ledo engano
Não há como libertar
O que não se vê... Não se toca
Apenas sente... estando
assinalada
tatuada
Na palma... Da alma
Uma dor que vulcaniza
Sob o cadáver insepulto
Que se move em ferida aberta.


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Ela é margarida colorida
Mas na intensidade é rosa.
Sim, essa sou eu.
Despindo-se da essência na mulher.
A que tem a fortaleza no coração
E a fragilidade do mesmo.
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☻/Muito obrigado pelo carinho!
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