Quando mesmo que errei?
Foi quando lhe confiei meu amor
E em vão esperei resposta
Eu o esperei
Abri a porta
Do meu coração
De braços abertos
Sem disfarces
Sem mistérios
Ansiosa, o aguardava.
Como um livro aberto
Palavras desnudas
Sedenta, da sua fonte.
Para descobrir, enfim.
Que debalde teci sonhos
Enquanto esperava
Pelo toque de suas mãos
Sob o luar da lua cheia
&
Rendida estaria
Inunda por toda a vida
...
Por fim compreendi
Que tudo não passou de poeira
Lá onde esperei Pela vida.


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Ela é margarida colorida
Mas na intensidade é rosa.
Sim, essa sou eu.
Despindo-se da essência na mulher.
A que tem a fortaleza no coração
E a fragilidade do mesmo.
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☻/Muito obrigado pelo carinho!
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