Porque me impor os seus fantasmas?
Se já tenho os meus
Todos enrolados, sedados.
Guardados em gavetas
São como cupins adormecidos
À espera de um sinal
Uma manifestação que estou viva
Para avançarem seus tentáculos
Devoradores, sugadores de alma.
Os conheço bem... cupineiros
Estiveram sempre aqui
Alimentando-se de minhas feridas
Por ora estão retraídos
Sobre si mesmos
Sempre à espreita...
Assim sendo não preciso dos teus.


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Ela é margarida colorida
Mas na intensidade é rosa.
Sim, essa sou eu.
Despindo-se da essência na mulher.
A que tem a fortaleza no coração
E a fragilidade do mesmo.
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☻/Muito obrigado pelo carinho!
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