Ouço a melodia do fremir das asas
E ensaio uns passos para fora do invólucro.
Sob um feixe de luz...
O movimento.
Neste infinito segundo
Sugo a magia da existência
Vou e venho
Sem saber para onde seguir.
Estremeço ao serpenteio das cores.
Estremeço ao serpenteio das cores.
Entre o casulo e eu
Ainda existe uma eternidade de sonhos
Ainda há promessas adormecidas.
Desvendei-me
Mas não me encontro...
No profundo alvéolo permaneço
Insinuando o voo
Vezes e vezes sem fim.










