domingo, setembro 23, 2012

O caminho da lagarta


Ouço a melodia do fremir das asas
E ensaio uns passos para fora do invólucro.
Sob um feixe de luz...
O movimento.
Neste infinito segundo
Sugo a magia da existência
Vou e venho
Sem saber para onde seguir.
Estremeço ao serpenteio das cores.
Entre o casulo e eu
Ainda existe uma eternidade de sonhos
Ainda há promessas adormecidas.
Desvendei-me
 Mas não me encontro...
No profundo alvéolo permaneço
Insinuando o voo
Vezes e vezes sem fim.




3 comentários:

  1. No caminho da lagarta
    E as cores da tua vida
    Na mar numa fragata
    Nas altas ondas à deriva?

    Num porto seguro uma flor
    A fragata encostou
    Estava lá o teu amor
    Para sempre com ele te levou!

    Bom domingo para você,
    beijinho
    Eduardo.

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  2. Amei..muito lindo!! A descrição suave do nascimento de uma borboleta, a delicadeza das palavras, fantástico. Gostei demais. Beijos minha amiga May Lu e boa semana.

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  3. Começa "miudinho" e vai num crescente, como a própria borboleta que surge.Lindo.Beijo grande de leitor.:-BYJOTAN.

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Ela é margarida colorida
Mas na intensidade é rosa.
Sim, essa sou eu.
Despindo-se da essência na mulher.
A que tem a fortaleza no coração
E a fragilidade do mesmo.
"".✿`*.¸.*.♥.✿
_♥ (¯ `•.\\|/.•´¯)♥
_♥(¯ `•.. :* .•´¯)♥
_♥ (_.•´/|\\`•._)♥
____♥(_.:._)♥ .✿`*.¸.*.♥.✿""
☻/Muito obrigado pelo carinho!
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